A Nova Centralidade da Água e do Saneamento Pós Covid-19

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A Nova Centralidade da Água e do Saneamento Pós Covid-19

Mosteiro de São Martinho de Tibães (Braga/Portugal) | Foto: Ana Silvia Santos

Conheça mais sobre a conexão estreita entre a pandemia do coronavírus, água e saneamento neste resumo de artigo desenvolvido por especialistas do Brasil e do exterior.


A COVID-19, conhecida por síndrome respiratória aguda grave, causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, por ser de rápida propagação, culminou no estabelecimento do isolamento social, causando impactos significativos à economia.

Assim, a pandemia da COVID-19 tem chamado a atenção para o tema água e saneamento em aspectos relacionados à essencialidade do seu provimento, à medida preventiva de higienização das mãos e à identificação da presença do coronavírus no esgoto sanitário.

O objetivo do presente artigo é, por meio da apresentação e avaliação de estatísticas e estudos científicos, explicitar alguns dos aspectos associados à centralidade do binômio água e saneamento que podem revelar-se determinantes para o relançamento da economia mundial no período pós-COVID-19, nomeadamente:

1) direito humano à água e ao saneamento, fundamentais para a garantia da qualidade de vida, da capacidade produtiva e da saúde pública, porém com uma realidade ainda desafiadora especialmente para países economicamente vulneráveis;

2) relação com a epidemiologia e ocorrência do coronavírus no esgoto sanitário, chamando a atenção da comunidade científica, da sociedade e dos tomadores de decisão, mesmo que ainda sem evidências científicas da sua transmissão feco-oral;

3) relação da água com a economia, considerando-a recurso base para produção industrial e agrícola e geração de empregos.

Conclui-se assim pela construção do conceito “nova centralidade da água e do saneamento” como fator chave para a retomada da economia pós-COVID-19.


Para conhecer o conteúdo completo do artigo A Nova Centralidade da Água e do Saneamento Pós Covid19 acesse:
https://revistas.unisuam.edu.br/index.php/revistaaugustus/article/view/575/304
https://doi.org/10.15202/1981896.2020v25n51p294


Autores do artigo:

Marília Carvalho de Melo, COPPE/UFRJ
Doutora em Engenharia Civil pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil
https://orcid.org/0000-0002-9789-2169

Ana Silvia Santos, COPPE/UFRJ
Doutora em Engenharia Civil pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ), Rio de Janeiro, RJ, Brasil
http://orcid.org/0000-0001-7823-9837

José Manuel Pereira Vieira, UM
Doutor em Engenharia Civil pela Universidade do Minho (UM), Braga, Portugal
http://orcid.org/0000-0001-8982-7597


Conheça também o lançamento: Engenharia e Meio Ambiente – Aspectos Conceituais e Práticos.


Ana Silvia Pereira Santos
Ana Silvia Pereira Santos
Ana Silvia Pereira Santos é engenheira civil formada pela Universidade UFMG) e concluiu mestrado e doutorado no Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ). Desde 2015, é professora adjunta do Departamento de Engenharia Sanitária e do Meio Ambiente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (DESMA/UERJ), onde foi coordenadora do curso de graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária por quatro anos. Como pesquisadora, atua em temas relacionados ao tratamento de esgotos, controle de poluição de corpos hídricos e água de reúso. Atualmente, encontra-se em estágio de pós-doutoramento na Universidade do Minho, em Portugal, e é membro permanente dos Programas de Mestrado Profissional em Engenharia Ambiental (PEAMB) e de Doutorado em Engenharia Ambiental (DEAMB) da UERJ.

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